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Fotoblog do Quico

Deixo-vos amigos aqui

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Na Rota de Apolo, como o Vexiloide de Alexandre Grande



Nós somos animais em perigo de extinção

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Nós somos a vossa Consciência

06
Nov06

A bicharada do Ventor

Quico, Ventor e Pilantras

Há dias, pelos lados de Santarém, o Ventor encontrou este grilinho (ainda será familiar da nossa amiga Grilinha?) ainda jovem e perguntou-lhe o que andava ali a fazer num local dos humanos.

O grilinho disse-lhe que estava com fome e que tinha de ir comer alguma serralha, e que andava ali por ter fugido às inundações. As águas tinham-se infiltrado na terra e ele foi expulso do seu buraco ou morria afogado.

Depois voltou apanhar sol para junto do Ventor e dos seus amigos e à noite ficou encostado à parede e disse ao Ventor que saía dali, pela manhã, apenas para comer se o deixassem lá estar.

Depois as lesmas vieram ter com o Ventor e perguntaram se também podia andar por ali, porque o solo estava cheio de água e ali ao solinho e entre as ervas, era uma maravilha.

O caracol fez a mesma coisa e despachou-se direito ao Ventor a perguntar-lhe se não o cozinhavam se andasse por ali. A Catarina não estava e, por isso, estava receoso.

Depois a lesma começou a mandar vir com ele e a chamar-lhe bola de calcário que nunca mais aprendia a deixar a casa para trás e por isso nunca se despacha!

Não satisfeita por sarnar o caracol ainda foi sarnar os bichinhos de conta. Mas estes disseram-lhe logo que se cuidasse porque eles eram protegidos do Ventor.

Mas ela continuou a sarnar o bola de calcário e o Ventor disse-lhe que se não se portasse bem a mandava para lá da rede para o meio das ovelhas. «Credo ventor! E se eu fico debaixo das patas daquelas coisas peludas»? Se te portares bem não ficas, disse o ventor.

Este gafanhoto, andava por ali a saltitar junto do Ventor e, de repente, foi a voar até à piscina porque encontrou outra lesma no meio das ervas e assustou-se com aquela coisa negra.

Este amigo do Ventor, sempre a louvar ao Senhor da Esfera, também andava em cima do pedrado da piscina a ver se comia uma formiga de asa. Depois o Ventor disse-lhe que não comesse a formiga à sua frente. Que arranja-se outra ocasião.

A larva, toda despachada, andava a arrumar a sua vida e foi lá parar também.

Chatearam-se, ela e o tatuzinho, por estarem no caminho um do outro. Mas fizeram o que o Ventor lhes disse

Resolveram cumprir a ordem do Ventor. «cada um à sua vida»!

A este chamam-lhe o bicho do café. Eu sei que ele tem outro nome. Mas soube dizer ao Ventor que tem tantas pernas e não anda nada que se pareça com ele.

Depois, rebolando-se, perguntou ao Ventor: «achas que se eu tivesse só duas pernas era capaz de te acompanhar»? «Eu com tantas pernas, devia andar mais que tu»! E lá ia rebolando!

E a joaninha? Grande festa que ela e o Ventor fizeram um ao outro!

Depois o louva-a-deus, já noutro local, mais protegido, levado pelo Ventor, entretinha-se a olhar o Ventor sempre que ele se aproximava e perguntava-lhe: «porque não me deixaste comer a formiga»?

Mas a formiga desta vez safou-se e será melhor que vá para longe, porque se o louva-a-deus a apanha, devora-a num ápice!

 


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Eu sou o Pingas, o cisne amigo do Quico e do Ventor. Agora, sem o Q"uico, estarei por aqui a tentar animar o Ventor

Cruz da Vitória - Astúrias

Templo de Luxor

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